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Mytros (MI-TROS)

A cidade de Mytros foi a primeira cidade humanoide de Thylea. Ela recebe o nome da Deusa do Amanhecer e tornou-se um reino poderoso após o fim da Primeira Guerra. É a maior cidade de todo continente e o centro do comércio, religião e política. Os Grandes Jogos Olímpicos são realizados na cidade uma vez por ano. O Templo dos Cinco fica no centro da cidade, mas nos últimos anos a adoração de Sydon vem crescendo em popularidade. O Titã agora tem seu próprio grande templo que fica do outro lado da rua do Templo dos Cinco.   Mytros é governado pelo poderoso Rei Acastus, o último verdadeiro descendente dos Dragonautas. Acastus é reverenciado por todo povo e ele é o marido da Rainha Vallus, a mais sábia dos Cinco Deuses.   Veja tambem a Linha do Tempo de Thylea
Mapa da Cidade:
Mytros - Ano Atual
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História

Mytros foi formada como um assentamento de refugiados humanos, elfos e anões migrados em massa a pelo menos 1000 anos atrás. Essas espécies não são nativas de Thylea, sendo trazidas ao continente graças ao mistério da Migração Planar . Os "Migrados" (como ficaram conhecidas popularmente essas espécies não-nativas), eram abertamente caçados e exterminados por raças que já habitavam o continente. Aos poucos, Migrados que conseguiam sobreviver na hostil realidade daquele tempo, passavam a ajudar novos Migrados que surgiam. E assim, uma pequena resistência surgiu. Com o objetivo de facilitar sua sobrevivência, essa pequena caravana de sobreviventes migrou para o espaço que hoje existe a cidade de Mytros.   A região é estratégica por vários motivos diferentes. Por se situar na costa, facilitava o acesso a comida e a locomoção. Mas além disso, a região era totalmente abraçada por uma cadeia de montanhas conhecidas hoje como Montanhas Mitrais . As Montanhas não só permitiam acesso a recursos minerais, como também serviam de posto de observação, garantindo defesa em toda região. Os principais algozes dos humanos naquela época era uma raça de Ciclopes gigantes conhecida como Gygax. Da montanha, era possível detectar qualquer movimentação dos Gygans entre as florestas adjacentes, garantindo poder de defesa e evitando ataques surpresa.
Nessa fase da história, todas as raças nativas adoravam apenas 2 divindades, os titãs Sydon, Rei da Tempestade, e Lutheria, Rainha dos Sonhos. Ambos, andavam livremente entre os nativos, controlando os rumos das raças dos continentes. Sydon principalmente, era um dos principais instigadores ao extermínio dos Migrados, vendo esses visitantes de outros planos como sendo "inferiores". Mas com os migrados começando a rechaçar os ataques dos Gygans (sua raça preferida), Sydon começou a ficar intrigado com a possibilidade de permitir a vida dos migrados no continente. Ele chegou a visitar pessoalmente o assentamento e ofereceu proteção aos Humanóides. Mas essa "generosidade" teria um custo. Em troca, os humanos passariam a adorar Sydon e sua irmã Lutheria como seus únicos Deuses, renunciando a qual quer fé anterior. Além disso, os humanóides deveriam oferecer semanalmente a vida de um dos seus em tributo aos Titãs. Segundo Sydon, os migrados eram "macacos de barro" que, como toda praga, eram fáceis de multiplicar e repor. Os próprios humanos deveriam escolher quem oferecer, ou ele o faria. Por vezes, Sydon se divertiu com o desespero de membros de famílias sendo obrigadas a escolher entes queridos para o sacrifício. Por outras vezes, ele mesmo se encarregou de aceitar o tributo comendo a vitima na entrada principal do assentamento. E como ultima dose de de crueldade, Sydon pessoalmente batizou a cidade de Trófi – ou simplesmente, na língua dos Titãs: “O Lugar da Comida”.   Esse período foi conhecido como a Colonização Negra. Apesar do suplício de ser obrigado a servir aos titãs, o breve período de "paz" com as raças nativas garantiu alguma estabilidade aos Migrados por cerca de 100 anos. Sob os sangue dos sacrifícios, mas longe das lanças dos nativos, o assentamento ganhou corpo e expandiu. Mas o grande evento viria a mudar a sorte da cidade, e o destino e toda Thylea.    
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Os Dragonautas

    A Migração Planar mais famosa da história de Thylea ocorreu aproximadamente 100 anos depois do contato inicial com os Titãs, e marcaria o fim da era da Colonização Negra. Cinco Dragões Metálicos Ancestrais, e diversos outros Menores foram migrados para uma região próxima da cidade de Trófi - a primeira e única na história que não-humanoides seriam migrados.   Diferentemente de uma migração planar convencional, os dragões afirmaram que sua presença em Thylea não fora um evento aleatório, mas sim premeditado. Eles haviam sido convidados a habitar esse mundo. Cada um dos Dragões seria um arauto oficial dos Cinco Deuses , divindades filhos da Deusa Thylea e criados exclusivamente como protetores dos Migrados. Os Cinco Deuses teriam sido criados para proteger os habitantes, e garantir o balanço das forças entre eles e os nativos – visto que esses possuíam como protetores os Titãs.   Imediatamente, os Dragões iniciaram um processo de evangelização, estabelecendo em Mytros o Templo dos Cinco – que se tornaria o edifício religioso mais importante de todo continente anos mais tarde. Todo sacrifício de vida humana foi suspenso, com a garantia que os Dragões protegeriam os Migrados de qualquer consequência por essa afronta. Além da palavra dos Deuses, os Dragões trouxeram tecnologias aos migrados. Da deusa Mythros, veio o milagre da magia, reestabelecida para todos aqueles aptos de controlá-la. Do deus Volkan, a habilidade de extrair metais da região, sobretudo das Montanhas Mythrais que eram ricas em cobre e bronze. De Kyrah, vieram as artes, que permitiram aos humanoides unificar seus costumes sob uma nova cultura, e transformar diversas raças heterogêneas em um povo unificado – inclusive em uma língua única. De Vallus, veio a ciência, que permitiu que o conhecimento fosse espalhado igualmente para todos os nativos. E por último, de Pythor veio o conhecimento da Guerra – de como os migrados poderiam se organizar para defender dos nativos, e talvez até atacar para expandir sua cidade. Dos ensinamentos de Pythor, nasceria também a primeira organização militar dos migrados: Centuriões de Mytros .   Por fim para selar a união entre os povos, cada um dos dragões selecionou 5 guerreiros entre o povo do assentamento. Cada um deles foi tocado pessoalmente pelos Deuses, em um processo conhecido como Theogenesis. Suas centelhas divinas foram acesas e eles se tornaram mais fortes, rápidos e poderosos do que jamais poderiam ter sido. Todos os guerreiros receberam um parceiro Dragão, que o seguiria de forma simbiótica em batalha como se ambos fossem uma única mente. Aos vinte e cinco guerreiros selecionados, foi dado o nome de Dragonautas – aqueles que viajam com dragões.   Obviamente, os Titãs não aceitaram a presença dos dragões – e a competição pela devoção dos humanos. Sydon queria atacar o povo abertamente, pelo descumprimento de sua vontade. Mas a presença de Dragões de Bronze no local (imunes a sua eletricidade), o fazia repensar. Agir, e correr o risco de seu poder ser anulado publicamente era uma opção horrível. Mas ao mesmo tempo, não agir também o faria parecer fraco. Confiante de que os Dragões não eram mais fortes que as raças nativas do continente, ele começou a utilizar o povo Gygax para organizar pequenos ataques, a fim de demonstrar que os humanos ainda precisariam da sua proteção.   Mas com a presença dos Dragonautas e dos Dragões Emissários, os humanos já não eram mais oprimidos. Cada ataque que sofriam era imediatamente neutralizado, aumentando a fé dos nativos nos Dragões e afastando os humanos cada vez mais dos Titãs.Os Dragonautas eram saudados como heróis pelo povo. Sua presença era celebrada, e não era raro que todos parassem o que estivessem fazendo para gritar e agradecer quando os viam sobrevoando suas casas. Sob a proteção dos novos Deuses, a humanidade rebatizou sua primeira cidade de Mytros, em homenagem a líder dos Cinco Deuses.   Muitos relatam que nessa época, era comum se ouvir Trovões em dias em que não havia chuva aparente – o que os migrados atribuíam a ser o Titã esbravejando irritado com a situação. Por 14 anos, os Cíclopes tentaram de forma desorganizada avançar sobre Mytros. Mas sem sucesso. Sem paciência, Sydon pessoalmente ordenou que ao rei Gygan que toda população viva sob seu comando deveria ser recrutada para um grande cerco a Cidade De Mytros. Alem de toda população, o rei dos Gygax declarou guerra santa, e conseguiu apoio de algumas tribos de Centauros, Faunos e Minotauros, formando o seu exercito nativo . Quase 200 Mil criaturas marcharam em tentativa de invadir a cidade de Mytros. Em resposta, os Dragonautas montaram um exército para defender seu reino a qualquer custo. Estimasse que não fossem mais que 12.000 almas recrutadas para a defesa da cidade. E no dia que o exército nativo chegou as imediações da cidade, se deu início ao que chamamos hoje de Primeira Guerra.  
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Primeira Guerra

    A primeira parte da Primeira Guerra durou cerca de 2 anos, e foi marcada pelo cerco das raças nativas a cidade de Mytros, e a bravura do exército Dragonauta em defender sua cidade. Batalhas chegavam a demorar até 5 dias consecutivos, antes de que o exército titânico decidisse retroceder para descansar, e reestabelecer suas forças para uma nova investida. Existem poucos registros históricos sobre o cerco em si, mas é inacreditável como o poder dos Dragonautas e dos guerreiros migrados foi capaz de nivelar uma superioridade numérica aproximada de 12 para 1 e manter a cidade de pé sem danos significativos por 2 anos inteiros. Mas não, sem que baixas ocorressem. Sydon e Lutheria não costumavam a ir ao front. Mas quando iam, era comum que matassem 2 ou 3 Dragonautas – reduzindo significativamente a capacidade de defesa do exército da cidade.   Pouco a pouco, a capacidade de defesa era reduzida – algo que divertia os Titãs Gêmeos. Muitos teorizam que o exército nativo teve chances de reais de invadir a cidade caso quisesse. Mas o desejo de torturar lentamente os humanóides com a morte de seus campeões fez com que Sydon não aproveitasse as chances em sua frente.   Se por um lado, a bravura dos Dragonautas em manter sua cidade de pé entrou para a história, ela não serviu como exemplo para toda população presente. Ao final do segundo ano de cerco, Mytros presenciou seu capítulo mais infame. Com medo de que a cidade viesse a cair, e convencidos por um capitão dissidente, uma frota de barcos fugiu na calada da noite levando quase 10.000 mytrianos rumo ao sudeste. Longe do front, os fugitivos acabaram fundando uma nova cidade do outro lado do continente, conhecida como Aresia . A deserção da população em meio a Primeira Guerra alimentaria uma intensa rivalidade entre ambos os reinos no futuro.   Com a fuga de parte da população e a moral do exercido Migrado extremamente abalada, os Titãs viram uma oportunidade de tentar levar a cidade com uma investida única. Depois de 2 anos de ataques, finalmente, os nativos quebraram os muros e adentraram os portões da cidade de Mytros. A maioria dos Dragonautas morreu defendendo a cidade e sua população. Mas quando tudo parecia perdido, os próprios Cinco Deuses desceram dos Céus para ajudar seus devotos. A força combinada dos Cinco Deuses, a bravura dos cidadãos e o sacrifício dos Dragonautas foi suficiente para forçar o exército titânico não só para fora da cidade, mas a colocá-lo em retirada.   Após a vitória, os Deuses apoiaram no atendimento aos feridos e na reconstrução parcial da defesa da cidade. A Presença dos Deuses renovou o ânimo dos mytrianos, e reverteu a guerra e permitiu uma contra investida. Pela primeira vez, o front de batalha deixou de ser os portões da cidade eterna, e adentrou ao centro do continente na região das estepes. Os Cinco Deuses dos Migrados lutavam montados nos seus Dragões Ancestrais que haviam enviado como emissários de sua palavra a anos atrás. O remanescente do exercido Dragonauta e uma porção de voluntários os seguiram, com o intuito de chegar a Práxis, a Torre onde o próprio Sydon habitava com sua irmã.   A segunda parte da guerra é registrada pela história de várias formas diferentes. São tantas músicas e obras sobre esses eventos na cultura popular, que é muito dificil hoje separar fato de ficção. Sabe-se no entanto, que auase 10 Anos se passaram da reviravolta mytriana, e que o front de batalha havia estagnado. A Guerra trazia um número crescente de vítimas em ambos os lados. Os mortos se empilhavam aos milhares. Sabemos que após a queda do Rei dos Gygax, os Deuses enfrentaram os Titãs Gêmeos em combate aberto.   Sabemos sim, das consequências dessa batalha: todos os dragões emissários morreram, assim como os gygans e boa parte dos ciclopes, que foram exterminados pelas forças mytrianas. Os Centauros fugiram para o norte, para suas comunidades e os faunos do exército titânico definharam aos milhares.   Percebendo que o combate iria provavelmente se arrastar até o infinito, a Deusa Mytros ofereceu um armistício: os Titãs seriam banidos de Thylea para as ilhas ao sul do Continente, e não poderiam influenciar o continente ou interferir nos assuntos de seus habitantes por um período de 500 anos. Em troca, os Cinco Deuses fizeram diversas concessões. Nenhum dos templos erguidos em honra aos titãs poderiam ser derrubados. O direito de louvá-los seria preservado a todos aqueles que quisessem manter sua fé – fossem eles nativos ou migrados. Além disso, a Deusa Mytros ofereceria sua vida retornando aos Céus e não podendo retornar a Thylea pelo mesmo período que eles estivessem banidos. Com o Juramento da Paz (vide Juramento e Castigo), era dado fim a guerra e o início de uma era de prosperidade e evolução para os habitantes de Mytros.    
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Pós-Guerra e Tempos Atuais

  O Juramento de Paz prevaleceu por 500 anos e, ao longo desta idade, os mortais de Thylea floresceram. A cidade de Mytros tornou-se uma grande metrópole - a maior cidade de toda Thylea. Migrados que se escondiam em assentamentos menores, e passaram procurar a proteção da Cidade Imortal As fileiras de humanos, anões e elfos cresceram. Os poucos Dragonautas sobreviventes a Primeira Guerra estabeleceram dinastias, e passaram a ocupar posições de destaque na sociedade que estava surgindo. Mytros se organizou como uma Monarquia Eletiva. Os cidadãos elegem um rei, que governa a cidade sob a supervisão de um conselho de notáveis - que executam um papel de supervisão do desenvolvimento do estado, e tem direito a veto sobre as decisões reais. Contudo, desde que o Rei Acastus assumiu, o conselho foi relegado a uma posição diminuta e insignificante no estado. Os que não se corromperam pelos bolsos e favores reais, simplesmente desistiram de ser uma voz dissidente do governo.   Mytros foi diretamente responsável pela fundação de Estória , cidade com que nutre relações muito amigáveis. Já Aresia , cidade fundada por dissidentes que fugiram durante a primeira guerra, tambem floresceu como uma potência ao sul do continente. A rivalidade desses dois reinos é intensa, e houveram diversas animosidades entre os reinos, que incluiram conflito armado - apesar de oficialmente nunca terem   Pela proximidade com as Montanhas Mitrais , Mytros se transformou em um grande exportador de minerais, especialmente mármore, bronze e cobre. Boa parte das moedas usadas no comercio tem origem na Cidade Eterna. A cidade também é famosa pelos seu trabalho de engenharia. Pedreiros tratam a alvenaria e o trabalho com pedras como uma arte. Até mesmo as casas mais simples são construidas com um capricho que seria ofertado a reis em cidades menores. Boa parte da cidade é feita a base de pedra, marmore e tijolos, encaixados de forma milimétrica para suportar a ação do tempo. Existe uma piada recorrente que mytrianos tem pressa pra tudo, exceto para construir. Além de polo econômico, o Mytros também é "extra oficialmente" a capital religiosa do mundo. O Templo dos Cinco é a maior e mais antiga estrutura religiosa em homenagem aos Novos Deuses. Paralelamente, a cidade também possui o Templo dos Trovões e a Vila dos Sonhos, os dois únicos templos em homenagem aos Titãs que existe em cidades humanoides. Eles haviam se mantido erguidos desde os tempos "pré-guerra", e com o fim do Juramento de Paz de 500 anos, eles tem conseguido atrair cada vez mais novos seguidores a ponto de hoje já serem oficialmente uma religião alternativa estruturada, em oposição ao Novo Panteão.    

População

 
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  Estima-se que Mytros seja a cidade com a maior população de todo continente, alcançando a faixa de 200.000 residentes. Majoritariamente, a população é composta de humanos em quase 60% da População. Elfos e anões podem ser vistos com uma certa abundância, e disputam como a segunda demografia mais representativa. Draconatos, Gnomos, Halflings, Tieflings, Leonins, Medusas e Aasimars são considerados extremamente raros, e juntos representam menos de 1% da população. Sobre as raças nativas de Thylea, Mytrianos tem uma relação variada. Centauros são vistos com certa neutralidade, apesar do histórico negativo entre ambos. Faunos são tem apreço pela arte, e como consequência, são muito bem aceitos pela cidade, com alguns sendo inclusive convertidos como devotos da Deusa Kyrah. Minotauros são extremamente raros, e normalmente vistos com certo receio.No entanto, o sucesso de Minotauros nas competições da Pankration (uma luta com o objetivo de manter as costas do adversário por 3 segundos no solo) tem quebrado barreiras entre as raças.   Mytrianos são conservadores clássicos. Eles acreditam que existem valores que devem ser defendidos de forma intransigente e inquestionável. Para Mytrianos,não existe relatividade nos valores. O certo sempre será certo, nunca se torna certo. Mytrianos são especialmente apegados a defesa do direito a vida e a liberdade individual. Para eles qualquer pessoa merece ter a oportunidade de viver sua vida como bem entender. Sem sofrer preconceitos ou pressões que alterem a direção do que eles consideram como certo. Racismo e preconceito são considerados abomináveis pela população Por isso, apesar das relações amorosas sejam predominantemente heterosexuais, homosexualismo não é considerado tabu e os poucos casos de relacionamentos do mesmo sexo são visto como normais (nem mais ou menos especiais que qualquer outro). O mesmo se aplica para relacionamento entre diferentes raças (humanos com draconatos por exemplo).   Mytrianos também acreditam em responsabilidade individual, onde você é julgado exclusivamente por suas decisões, e os erros dos outros não incide sobre sua vida. Tomar decisões por conta própria é um direito e um dever, pelo qual uma pessoa ganha o beneficio de ser julgado positivamente ou negativamente pelos seus pares pelo que escolheu voluntariamente fazer. Por isso, qualquer forma manipular magicamente o comportamento de uma pessoa é visto como uma ofensa grave e passível de punições severas que vão além de uma simples prisão. Isso inclui necromancia, controle de animais e sedução por magia. Da mesma forma, emprego de força física para forçar a uma pessoa a algo que ela não voluntariamente queira é uma ofensa gravíssima. Por isso, escravidão é banida no reino, e qualquer pessoa que seja dona de escravos pode ser presa - mesmo que esteja passando pela cidade e nada tenha com os Mytrianos.   Como sociedade, Mytros tem um calendário baseado em 13 meses, representando cada uma das constelações do zodíaco - e usado como padrão por todas as raças do continente. Todos os meses têm 30 dias, exceto o mês dos Dragões (Serpentário), que é um mês especial com apenas 5 dias e é observado como um feriado religioso. O Calendário Mitrianico é copiado por Estória e Aresia , mas pouco adotado por cidades nativas. No Mês do Dragão normalmente é celebrado com festas nas ruas e tavernas, e atrai turistas de todo mundo. É também nesse mês, de cinco em cinco anos, que seja realizado os Grandes Jogos Olímpicos . Outra festividade importante é o Festival do Vinho, que Mytros importou de Estória. Ele é celebrado todo segundo mês do ano, na última semana do mês.    

Pontos de Interesse

 
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  Mytros é o centro cultural, militar e religioso dos Migrados. É a cidade mais importante do mundo, e também a maior. Então, é natural que a cidade tenha diversos pontos relevantes para viajantes ou moradores.  
  • Centuriões de Mytros : Maior organização militar do mundo. É dividido em 2 estruturas com administrações distintas. A parte de inteligência é responsável pelo policiamento urbano e manutenção da ordem. Já a parte de defesa é responsável pela manutenção da paz com mundo externo, e defesa das rotas comerciais. Ambas estruturas respondem ao Rei-Eleito, como único comandante dos centuriões.

Com os Cinco, nunca caminhamos sozinhos.

Data de Fundação
14 AG
Tipo
Geopolitical, Kingdom
Nomes Alternativos
Mythros (em linguagem erudita), Trófi (para alguns nativos)
Nível de Treinamento
Elite
Nível de Experiência
Decorated/Honored
Gentílico
Mytriano
Sistema de Governo
Monarchy, Elective
Estrutura de Poder
Unitary state
Sistema Econômico
Palace economy
Nações Vizinhas

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