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Objetivos Atuais

Bases

Conceitos Astronómicos

Atualmente tenho como objetivo a clarificação dos conceitos atronómicos iniciais, como se relacionam os dois planetas e os seus possíveis satélites. Poderei mapear a óbita ou fazer mesmo uma animação para tal efeito. Nessa fase, posso também mapear, de forma geral, o resto do sistema planetário (mais tarde, por diversão, posso fazer o céu observável e as suas constelações).  

Impactos da Órbita

De seguida, é necessário saber os impactos desta peculiar configuração orbital na geodnâmica e estabilidade dos dois planetas, tal como o impacto de possíveis satélites. Os efeitos nas marés, campos magnéticos e mesmo, possivelmente, no vulcanismo.   Para além disso, devo ter noção das diferentes fases da órbita e de como impactuam a contagem do tempo (a formação de um calendário) e a estabilidade dos planetas. A fase de maior proximidade terá grandes impactos, diria até catastróficos.  

Geografia e Clima

Uma vez compreendidos os impactos da órbita e de outros fenómenos astronómicos, nomeadamente os satélites, posso pensar na geografia geral dos planetas e nos seus climas. Poderei mapear o clima e geral geografia dos dois planetas, e até mapear o clima em diferentes fases da órbita.  

Possibilidade de Vida

Decidirei se ambos os planetas possuem vida, e se a possuem da mesma forma de acordo com a estabilidade.  

Biologia

Com a componente geológica determinada, posso avançar para a biologia e as espécies sapientes. A nível biológico será inicialmente determinar as grandes florestas de acordo com a geografia e clima e os traçar vagamente ecossistemas, ou seja, determinar o tipo de seres que lá vivem para depois os criar e saber onde se encontrariam (ex: numa floresta tropical saberia que existem animais rastejantes, como répteis e pequenos mamíferos, e animais nas várias camadas das árvores, como insetos, macacos, e nas camadas superiores, pássaros).   A partir daí será apenas criatividade. Penso que não chegarei ao ponto de pensar evolutivamente, pelo menos não como o Biblirilian.  

Magia

Antes de partir para as espécies inteligentes e a possível multiplicidade e coexistência delas, é importante compreender a magia existente neste mundo. Será ao longo da formação geológica, geográfica, climática e biológica que a magia será determinada, uma vez que esta pode impactar esses aspetos.   Quanto à magia, é importante decidir a existência de magia natural e de magia controlada. A princípio, antes de partir para as espécies sapientes é apenas necessário compreender a magia natural. Esta é a magia da terra e dos seres, possivelmente ligada à relação entre os dois planetas ou mesmo aos possíveis satélites. Ela impactuará a própria natureza (e possivelmente a geografia) e os seus mecanismos. A magia natural pode estar ligada a outro plano de existência ou aos planetas, e por isso apenas manifestar-se em certas circunstâncias, locais ou seres.   Pode existir uma multiplicidade de formas de magia, seja como diferentes manifestações de um mesmo poder, ou diferentes sistemas de magia.   A magia natural poderá ser manipulada por seres e estar mesmo ligada à magia controlada por seres sapientes, sendo uma manifestação da magia natural. Também é importante ter noção se a magia natural afeta o dia-a-dia dos seres sapientes, seja pela natureza como um todo, ou por seres específicos com os quais se relacionam.   A magia controlada poderá manifestar-se de inúmeras formas ou haverem mesmo diferentes sistemas de magia. De qualquer forma, diria que a manifestação da magia está ligada à cultura, etnicidade ou espécie sapiente, variando na técnica, nos conhecimentos, nos valores a ela associados, na simbologia e na abrangência da prática.  

Espécies Sapientes

Para que a magia controlada seja desenvolvida, tem de estar associada a espécies sapientes, mas dedicar pensamento à mesma pode facilitar o processo de formação das espécies sapientes.   Tem de ser decidida a sua multiplicidade. Esta existirá, no mínimo, como multiplicidade de etnias e culturas, mas poderá também ser a multiplicidade de espécies sapientes. A presença de magia natural pode ser um fator decisivo na evolução das diferentes espécies sapientes ou mesmo na sua formação expontânea.   As espécies sapientes podem controlar magia ou ser intrinsecamente mágicas, observando a diferença entre humanos e elfos. Para além disso, podem também ser criaturas míticas humanóides, como fadas e ninfas, ou não humanóides, como dragões, esfinges e outros. Assim surge a distinção entre seres sapientes humanóides e seres mágicos sapientes humanóides ou não humanóides (seres mágicos podem também não ser sapientes).   Tendo as espécies sapientes definidas, posso formular um passado biológico e histórico para elas, associando-as a determinadas regiões e umas à outras. Assim posso ter uma noção da forma como se encaram umas às outras e as possíveis relações entre elas, sejam elas políticas, comerciais ou mesmo de cooperação e coexistência. Para um lado negativo, pode haver guerra, colonização, ou mesmo escravização de outra espécie, particularmente no caso de uma espécie possuir uma habilidade que a outra não possui, como magia, ou de por não a ter, se encontrar indefesa.  

Particular

Com todas as bases formadas, posso finalmente partir para culturas, países, organizações. Aí, saio da esfera geral para entrar na esfera particular. Tendo todas as bases posso desenvolver uma cultura.   As diferentes componentes particulares podem e devem ser desenvolvidas em simultâneo, sem atender a uma ordem específica.  

Uma única Região

Escolher uma única, e pequena, região para desenvolver a nível geográfico e climático. Conhecer os fenómenos geológicos que lá se passam. Conhecer os marcos geográficos e biológicos, como montanhas, florestas, lagos, planícies, praias, vulcões, entre outros. E mesmo marcos mais pequenos como uma cascata, uma ribeira ou uma fonte de água, ou um pequeno bosque, ou grutas com minerais ou cristais, formações rochosas.   Conhecer também a atividade geológica e climática, se existem vulcões ou sismos, se o vento é forte ou as marés violentas. Conhecer também o clima, as temperaturas usuais e como os animais estão adaptados. Conhecer os seres que habitam esta região e os ecossitemas que formam.  

Uma única Cultura

Desenvolver uma única cultura presente na pequena região. Esta pode ter aspetos mais gerais, comuns à cultura como um todo, e aspetos específicos a uma pequena porção da cultura, como uma aldeia ou cidade a ser aprofundada. Escolha dessa tal comunidade e aprofundação da suas tradições, relações com outras comunidades e com o meio, enfim, da sua cultura como um todo. Um aspeto importante a desenvolver são organizações.  

Notas

Por agora é tudo!  


Bases



Conceitos Astronómicos
Órbita dos dois planetas e possíveis satélites (mapeamento)



Impactos da órbita
Conceitos Geodinâmicos e Estabilidade
Campos magnéticos, vulcanismo, marés
Conceitos Climáticos
Catástrofes
Contagem do tempo



Geografia e Clima
Geografia e clima dos dois planetas (possível mapeamento)



Possibilidade de Vida
Existência ou não de vida em cada um dos planetas

Biologia
Grandes florestas de acordo com geografia e clima
Ecossistemas nos diferentes climas
Espécies specíficas - criatividade








Magia
Magia natural
Relação entre ela e a natureza e seres
Relação entre ela e a magia controlada
Relação entre ela e seres sapientes
Magia controlada
Relação entre ela e seres sapientes
Possível multiplicidade













Seres Sapientes
Possível Mulpitlipicidade
Seres sapientes humanóides e seres mágicos sapientes humanóides ou não humanóides
Passado biológico e histórico
Relação entre espécies sapientes















Particular

(sem ordem)






Uma região
Geografia e Clima
Ecossistemas e Seres








Uma cultura
Aspetos gerais
Aspetos particulares
Escolha de uma comunidade




Notas


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