Remove these ads. Join the Worldbuilders Guild

Revolta das Máquinas

E a formação do Império.

Written by mitaedomato

A Revolta das Máquinas, como ficou conhecida a ruptura de governo entre a metade norte de Arkania e seus colonizadores elfos, foi o primeiro grande conflito que os nortenhos se envolveram desde a queda dos antigos, esquecida pela maioria da população.
Motivados pelo descontentamento com a forma de governar dos elfos e pelo descaso com a população, os rebeldes se ergueram liderados por William Ohara, um mineiro da Colônia Noroeste, herdeiro de uma linhagem de mineiros.
Este conflito moldou a política, economia e as leis do Império Mak'na de tal forma que as consequências podem ser vistas até hoje. Relacionamentos forjados ou quebrados neste conflito perduram até hoje, definindo uma linha tênue de atuação para o diplomata do governo.

The Conflict

Prelude

Com a aproximação da virada de década, novas promessas de melhorias surgiram na mente das pessoas, mas não foi bem o que aconteceu.
As cobranças por recursos e impostos aplicados pelos reis elfos estava literalmente matando os trabalhadores que demandavam melhores condições de trabalho. Os elfos não se importavam, o recente conflito no sul do continente drenou muito do poder que as nações possuíam, portanto era necessário se re-estabelecer e rápido.
Naquele exato momento, a situação política de todos os territórios sulistas era de tensão, e implicava que o povo que se destacasse dos demais e vencesse a corrida por recursos governaria acima dos demais. E se tratando de recursos, os elfos sempre tiveram vantagem.
A cidade sem nome foi estabelecida no norte como uma colônia élfica, onde trabalhadores de todos os tipos coletariam os ricos recursos do local em troca de proteção e confortos que apenas poderiam ser encontrados na distante cidade flutuante dos elfos. Não demorou muito até que uma resistência fosse organizada. Liderados por Imperador William os rebeldes marcharam no que ficou conhecido como Estopim da Revolta.
A tomada da cidade marcou o início da revolução industrial. Sem magia para combater as tropas dos elfos, os mineiros foram obrigados a investir os recursos que coletavam em poderosos mecanismos capazes de simular as magias ofensivas dos elfos. O que antes era uma lenta expansão tecnológica de tornou um fenômeno de crescimento, quem não sabia construir buscava recursos, enquanto outros asseguravam os limites da cidade para evitar retaliações.
Aos poucos a notícia da revolta foi se espalhando e cidades menores expulsaram seus colonizadores que foram obrigados a recuar para as terras próximas à Grande Muralha.
Rapidamente uma linha de suprimentos foi estabelecida e foi fundada a aliança conhecida como Tríade, formada pelas três principais cidades que ocupavam a faixa entre o Rio Navy e o Deserto dos Bel'ru, e que haviam se libertado para dar combate ao exército elfo que estava se reunindo ao sul.

Desdobramento

Organizando a Rebelião

Lutar uma guerra não é simples, portanto William tinha 3 conselheiros experientes acompanhando suas decisões e mostrando qual seria o melhor caminho para atingir a vitória e, apesar dos números, os rebeldes tinham poder ofensivo e organização para colocar em prática sua estratégia.
Em contrapartida, os elfos ainda estavam se recuperando da recente guerra e foram pegos de surpresa com as múltiplas revoltas que ocorreram nas suas principais colônias. Apesar de saberem que poderiam conter os revoltados com um ataque bem organizado, não tinham poder militar suficiente para uma operação deste tamanho.
A guerra seguiu portanto com poucos avanços, para não dizer nenhum.
Com ambos os lados debilitados, as incursões militares não passavam de escaramuças, adotando a clássica técnica de guerrilha: rápidos ataques surpresa, se retirando do local em seguida. Estes pequenos ataques dos rebeldes nos acampamentos e vilarejos fortificados perdurariam por quase 2 anos para que suas forças pudessem se estabelecer.
A Tríade utilizou este meio tempo para se organizar: unir os rebeldes sob uma única liderança e definir rotas seguras de suprimentos para que pudessem manter seus soldados alimentados e bem supridos, tanto de alimentos quanto de armamentos.
Ao mesmo tempo, seria necessário desenvolver uma forma de contra atacar a magia dos elfos. A resposta que os rebeldes encontraram estava nas diversas ruínas dos antigos, repletas de tecnologia avançada. Assim, os antigos engenheiros que desenvolveram as máquinas de extração de minérios se tornaram engenheiros militares, se especializando na criação de armamentos para a guerra.
Algumas semanas após a formação da Tríade, foi criada a Guilda dos Mercadores para controlar e assegurar a transferência de recursos, informações e tecnologias entre as cidades. A Guilda também deveria organizar caravanas e transportar os engenheiros até as bases conforme a necessidade.
Enquanto a movimentação das tropas e recursos eram administrados, os conselheiros reuniram os dois grandes líderes da rebelião, William e Grace.
Ambos jovens e solteiros, concordaram em se casar por motivos políticos, porém nunca chegaram a morar juntos ou consumar o casamento. O acordo porém, teve o efeito desejado pelos conselheiros: unir o povo sob a liderança das pessoas que os inspiraram a quebrar as correntes e lutar por sua liberdade.
Neste período, dois nomes se destacaram.
O primeiro, um jovem rapaz com desejo de vingança, mas com grande inteligência tática e habilidade no manuseio das tecnologias bélicas que vinham sendo desenvolvidas. Thomas, tinha apenas 17 anos, mas se destacou por seu carisma e habilidade para inspirar seus companheiros durante as incursões. Não demorou para que William o nomeasse Capitão Thomas, responsável por coordenar os ataques dos rebeldes contra os acampamentos élficos.
Além de Thomas, um velho estudioso das ruínas dos antigos chamado Beak, começou a chamar atenção dos engenheiros rebeldes e consequentemente da Guilda dos Mercadores. Apesar de estrangeiro e de não ter nenhuma ligação com os colonos, o Cientista Beak viu na guerra a oportunidade de ter uma equipe e desvendar os segredos da tecnologia dos antigos em níveis nunca antes atingidos.
Com o auxílio destes dois nomes, William e seus conselheiros finalmente tinham um planejamento traçado para a guerra e logo poderiam iniciar seus avanços, desde que pudessem manter os elfos recuados em seus territórios, longe da Cidade Colônia Central.

Retaliação Élfica

Sabendo da importância territorial que a Colônia Central representava para os dois exércitos, os elfos decidiram se adiantar e avançar sobre a cidade. Os ataques de guerrilha atrasaram os planos militares dos sulistas por meses, porém sua reestruturação era inevitável e chegou antes da finalização dos planos montados pelos rebeldes.
Os elfos investiram com uma força massiva contra as frágeis muralhas erguidas pelos rebeldes mas, apesar do ataque avassalador, os elfos não conseguiram tomar a cidade. Isso se deve muito ao fato de que as forças atacantes foram emboscadas pelos soldados posicionados nas florestas que ficam nos arredores da cidade, decisão tomada previamente pelo comando rebelde antecipando o movimento inimigo.
Não somente a emboscada balançou a organização das tropas élficas, mas também o uso das novas tecnologias recém desenvolvidas pegou os soldados inimigos desprevenidos. Foi no primeiro assalto que o primeiro veículo militar movido a vapor foi utilizado pelos rebeldes e as máquinas se mostraram eficazes e letais, arrasando a cavalaria élfica e permitindo o avanço contra a infantaria e artilharia dos elfos.
Em menor número e com a redução da diferença em poder militar dos dois exércitos, os elfos se viram obrigados a recuar para evitar uma derrota completa. Se instalando nos descampados nos arredores da cidade, os elfos iniciaram assim o período que ficou conhecido como Cerco da Colônia Central, período este que durou pouco mais de um ano e contou com uma sucessiva série de escaramuças onde ambos os exércitos testaram suas forças até o dia do confronto em campo aberto que decretou outra vitória para os defensores.

O Confronto

Limpando o Terreno

A estratégia montada por William e seus conselheiros se provou eficaz. Apesar de nem sempre vencer as batalhas que se envolviam, os exércitos rebeldes garantiram vencer as batalhas mais cruciais para o avanço de seu plano estratégico.
Minimizando as perdas e aperfeiçoando suas ferramentas de combate, Beak garantiu que os soldados liderados por Thomas tivessem sempre o melhor equipamento que a tecnologia poderia fornecer, tornando o pelotão de Thomas o grupo de vanguarda do exército rebelde. Com base em suas experiências, novos equipamentos eram aperfeiçoados e distribuídos para outros combatentes que viriam compor a grande massa das tropas dos nortistas.
O próximo passo agora seria avançar em território inimigo e tomar o controle das cidades colonia restantes. Apesar de não serem as principais extratoras de recursos do continente, estas cidades forneciam não apenas proteção para os soldados elfos montarem postos militares avançados, mas também continham preciosas ruínas dos povos antigos, com tecnologias ainda aguardando para serem descobertas e estudadas.
Tomar essas cidades porém, seria um desafio muito maior do que proteger a Tríade formada ao norte do Rio Navy. Os recursos para os avanços dependeriam da organização, planejamento e execução das mentes por trás da rebelião e também da Guilda dos Mercadores.

Estabelecendo postos avançados

O primeiro passo para derrotar os elfos seria o mais rápido, porém mais crítico de toda a operação. Os exércitos rebeldes deveriam avançar em território inimigo e levantar bases de operação avançadas e torná-las sustentáveis, garantindo uma rota de suprimentos segura.
Batedores foram enviados para coletar informações e identificar pontos geográficos que favorecessem a operação e, em algumas semanas o plano foi definido e colocado em prática. Toda a travessia árdua foi recompensada com o sucesso, mesmo que ao custo do sacrifício de alguns homens. A primeira parte do plano arquitetado e conduzido por Klaus Drake e Frank Beggar foi finalizado e agora viria a segunda parte.
A base de operações passou a ser construída as pressas, porém os elfos não ficaram apenas observando e o local de construção se tornou um campo de batalha.
Devido às grandes baixas sofridas durante a execução do plano estratégico e construção da fortaleza, a mesma foi apelidada pelos seus ocupantes de Fortaleza do Massacre, uma homenagem sombria às vidas perdidas no últimos meses de terror.

Se infiltrando nas linhas inimigas

Durante os conflitos, os rebeldes aproveitaram para enviar seus agentes espiões até as duas cidades colônia ainda sob domínio dos elfos.
Os irmãos, treinados e preparados desde crianças pelos conselheiros de William, se infiltraram nas cidades sem dificuldade e passaram a viver como cidadãos comuns, coletando e enviando informações para a central de comando rebelde. Seus métodos de comunicação até hoje permanecem um mistério, pois foram desenvolvidos secretamente pelos engenheiros escolhidos pelos próprios conselheiros.
Pouco se sabe sobre os métodos de espionagem empregado pelos irmãos dentro das cidades. No período pós guerra, foi registrado apenas o seu objetivo: incitar a população à revolta, assim como aconteceu com as cidades da Tríade.
Durante este período, os rebeldes investiram pesadamente em propaganda de guerra, incentivando o alistamento de novos recrutas para fortalecer o posto avançado e para divulgar o novo governo, livre dos colonizadores, que estava se firmando nas cidades colônias que formavam a Tríade. Os espiões usavam essa propaganda como combustível para incitar e convencer cidadãos a se unir contra seus líderes opressores e se rebelar quando a hora chegasse.
O longo período de preparação durou quase 5 anos e neste meio tempo os elfos atacaram diversas vezes o posto avançado rebelde. Porém, com as informações coletadas dos espiões, os rebeldes sempre foram capazes de emboscar as tropas inimigas antes de chegarem aos muros, evitando perdas graves para o posto avançado e frustrando os planos dos elfos.
Com paciência e inteligência, a improvisada força rebelde conseguia superar o massivo poder bélico superior de seus inimigos, tomando aos poucos cada pedaço de terra controlado pelo reino dos elfos do sul. A vitória estava quase ao alcance, ou ao menos era o que os rebeldes pensavam.

Conflito Final

A última etapa do plano dos rebeldes seria expulsar os elfos das cidades colônia, e marchar sobre a última fortaleza élfica localizada na entrada do desfiladeiro que corta a Grande Muralha. Porém os constantes fracassos dos comandantes elfos chamou atenção da capital e do Rei Elfo.
A operação de avanço das tropas iniciou na mesma manhã que os espiões sinalizaram para os líderes das cidades que era o momento de se libertar. Os elfos porém estavam preparados e resistiram, iniciando assim uma Guerra Civil.
A situação não beneficiava nenhum dos lados, mas para os rebeldes era ainda pior.
Os avanços das tropas vindas da Tríade teriam de ser freados pois, se os elfos vencessem a guerra civil, teriam a liberdade para marchar contra as tropas nortistas que avançavam em direção à fortaleza da muralha, cercando seus inimigos e cortando as rotas de fuga.
Em contrapartida, não seria possível estacionar o exército na Fortaleza do Massacre, pois não havia espaço nem recursos suficientes para manter as tropas que mobilizadas. Este não era o momento para enfrentar descontentamento dos soldados e arriscar deserção.
Em uma situação delicada, os rebeldes optaram por assegurar a vitória na guerra civil em ambas as cidades antes de seguir o avanço. Dividindo o exército em 2 batalhões, os rebeldes avançaram em um ousado ataque de duas frentes, buscando agilizar o processo de queda das cidades e retomar o quanto antes seu avanço.
Prevendo a movimentação dos rebeldes, o Rei Elfo em pessoa liderou seus soldados de elite em um rápido contra-ataque noturno contra o posto avançado, que foi tomado e ocupado pelas tropas do sul. A tomada da fortaleza representava não apenas uma derrota para os rebeldes, mas também o isolamento de seus soldados nas cidades colônias em guerra e a exposição da Cidade Central para um avanço inimigo.
Por muito pouco os elfos não quebraram a linha de defesa da Tríade, a genialidade tática de Thomas segurou a resistência por tempo suficiente para que Klaus e Frank pudessem estabelecer um mecanismo de comunicação com a central de comando e os líderes dos rebeldes.
Reorganizados, os rebeldes decidiram utilizar seu posicionamento para flanquear os exércitos dos elfos com os soldados alocados nas recém conquistadas cidades colônia. Os elfos por sua vez montaram uma sólida linha de defesa e proteção para manter o cerco e não sofrer uma quebra nas suas formações.
O conflito estava preso em um impasse e, temendo perder todo o avanço que conseguiram nos últimos anos de planejamento, William e seus conselheiros ordenaram um ataque final contra os exércitos do Rei Elfo, um ataque que encerraria a longa guerra e que culminaria com a morte de um dos dois líderes.
A batalha final não poderia ter outro palco senão o descampado que marcou a fronteira dos dois exércitos por todo a duração do conflito, batizado de terra de ninguém, e lar da sombria Fortaleza do Massacre.
A batalha encerrou após um ataque ao Rei Elfo coordenado pelo próprio William. O primeiro gravemente ferido teve de abandonar o combate, o segundo acabou morrendo durante a operação.
Coordenando as forças rebeldes nos esforços finais, os conselheiros assumiram temporariamente o comando e empurraram o debilitado exército elfo até às terras do sul de onde vieram. A Fortaleza na ponta do desfiladeiro foi tomada pelos rebeldes, e o norte estava oficialmente livre da influência dos colonizadores elfos.

Resultado

Com o fim da guerra foi negociado um cessar fogo, já que nenhum dos lados tinham condição de continuar lutando. O povo recém liberto fundou uma nova nação e a nomeou Império Mak'na, proclamando seu falecido líder como o primeiro imperador e, consequentemente, passando o comando para sua esposa Imperatriz Grace .
O nome do império foi dado em homenagem à tecnologia que os permitiu alcançar a vitória. A Cidade Colônia Noroeste foi rebatizada com o nome do império e se tornou a capital devido à sua importância econômica e geográfica.

Consequências

O império teve suas leis e políticas reestruturadas para se adequar ao sentimento de toda a nação e também de forma a proteger os cidadãos de possíveis perigos vindos de seus inimigos. Ou assim o governo se fez acreditar pois, ao tomar o controle de todas as fábricas de armamentos, passou a monopolizar o acesso a tecnologia militar e impor assim uma ditadura.
Dentre as políticas adotadas pela imperatriz as mais notáveis são:

  • Proibição de uso de magia, porte de artefatos mágicos, criação de criaturas mágicas e/ou quaisquer artigos relacionados com a cultura das nações do hemisfério sul;
  • Bloqueio de qualquer pessoa de raça não nativa do hemisfério norte, sujeito a execução sem questionamento;
  • Proibição de pesquisa e construção de tecnologia militar sem aval e supervisão de agente autorizado do Império.
Durante a guerra, grandes nomes se destacara e estes são hoje membros influentes da corte imperial, alguns ainda fazer parte do seleto grupo que compõe o pequeno conselho presidido pela Conselheira Beatrice.
Criada para administrar e proteger os recursos coletados e transportados durante o conflito, a Guilda dos Mercadores perdurou mesmo após o conflito, se tornando a organização mais influente e rica do império. Além de manter sua função inicial, eles ditam todo o avanço econômico da nação, tendo agentes espalhados por todo o hemisfério norte.

Historical Significance

Considerado pelos historiadores do norte como o conflito que moldou a estrutura do Império, a Revolta das Máquinas é relembrada por todos os cidadãos do Império com orgulho e fonte inspiracional.

Legado

O falecido Imperador William é até hoje lembrado como o grande herói que salvou o povo do norte. A data de sua morte foi escolhida para dia do nascimento do Império, mesmo não sendo a data oficial do final da guerra.

Na Literatura

A guerra foi registrada em uma série de livros batizado com o mesmo nome do conflito, tendo William como principal protagonista.

Avanço Tecnológico

Toda a tecnologia de Mak'na advém das descobertas realizadas na época da guerra e este salto tecnológico é a única razão para os rebeldes terem saído vitoriosos.

Tipo de Conflito
War
Tipo de Campo de Batalha
Land
Data Inicial
13/04/1819
Data Final
8/10/1829
Resultado do Conflito
Os rebeldes derrotaram e expulsaram seus colonizadores elfos e fundaram o Império Mak'na.

Belligerents

Exército dos Elfos

Led by

Rebeldes

Led by

Strength

  • Infantaria especializada no manuseio de armas brancas e arcos.
  • Artilharia formada por magos especializados em magias ofensivas e de controle de terreno.
  • No início da guerra utilizou sua poderosa cavalaria, mas com o avanço tecnológico dos rebeldes sofreram muitas perdas e focaram somente na artilharia e infantaria.
  • Patrulheiros especializados em técnicas de guerrilha
  • Tecnologia experimental baseada nas ruínas dos antigos. Ex: Armas de Fogo, Veículos Motorizados
  • Estrategistas experientes de grandes guerras do passado atuando como conselheiros

Casualties

  • Aniquilação total dos exércitos alocados nas colônias do norte.
  • Perda de 80% da guarda de elite do Rei Elfo.
  • Perda parcial das tropas de reforço vindas do sul.
  • Morte de diversos civis que acabaram se envolvendo com a guerra
  • No balanço final do contingente militar levantado, 60% do total de soldados foi morto
  • Morte do líder William.

Objectives

Retomar o controle das colônias de extração no território norte do continente.
Libertar o povo colonizado pelo reino dos elfos.
Para mais detalhes sobre os eventos aqui descritos consulte os eventos específicos:

Remove these ads. Join the Worldbuilders Guild


Comments

Please Login in order to comment!